O blog do festival do Rio não está mais sendo atualizado, pois o festival já acabou.
No entanto, se você tem interesse pela cultura e educação do Reino Unido, acesse www.britishcouncil.org.br e saiba mais sobre nossos projetos!
A primeira resposta que recebemos foi da Monica Ozeki, de São Paulo, que diz:
“Sou de SP e através do site tomei conhecimento da 10ª edição do Festival de cinema do Rio, gostaria que estas ações também fossem realizadas em SP. Visto que os programas culturais aqui são bastante variados.”
A segunda resposta foi do Lucas Bezerra de Menezes:
“O festival foi excelente! Os filmes britânicos foram muito bem selecionados, um prato cheio para um estudante de cinema. Acompanho todos os festivais de cinema de São Paulo e pude acompanhar mais esse no Rio, graças à cobertura do British Council pelo blog. Aguardo ansiosamente por outras oportunidades como essa.”
Os prêmios estão à caminho e ficamos aguardando as 3 próximas respostas!
O festival está acabando, mas as atividades do British Council não param!
Envie seus comentários sobre os filmes britânicos e nossa cobertura no blog para centro.info@britishcouncil.org.br. O primeiro e-mail recebe um MP3 player exclusivo do British Council e os quatro conseguintes ganham brindes promocionais do Conselho Britânico.
E consulte nosso site, na seção de cinema em: http://www.britishcouncil.org/br/brasil-arts-film.htm
Para informações sobre educação no Reino Unido, visite www.educationuk.org.br
O Festival do Rio termina hoje, portanto confira abaixo os filmes britânicos que serão exibidos nas sessões de hoje:
Gilbert & George - artista duplo
9/10/2008 Est Barra Point 1 20:00
Happy-Go-Lucky
9/10/2008 Est Vivo Gávea 2 22:30
O menino do pijama listrado
9/10/2008 Est Vivo Gávea 1 15:30
9/10/2008 Est Vivo Gávea 1 19:50
Soi Cowboy
9/10/2008 Est Barra Point 1 22:00
Um Bom Homem
9/10/2008 Espaço de Cinema 2 16:45
9/10/2008 Espaço de Cinema 2 21:15
Vídeos musicais do ANTENNA U.K. AIRPLAY U.K. , no Oi Futuro
Em Um Bom Homem (Good, no original), Viggo Mortensen é John Halder, um indivíduo bondoso e decente, com alguns problemas familiares. Um professor de literatura nos anos 30, Halder, explora suas circunstâncias pessoais, escrevendo um romance em que defende a eutanasia. Depois disso, se vê envolvido com o regime de Adolf Hitler durante a ascenção nazista ao poder. A história é baseada na peça do dramaturgo britânico C.P. Taylor.
Vicente Amorim, filho do diplomata e cineasta Celso Amorim, começou sua carreira como assistente de direção. Passou sua infância entre o Brasil, a Europa e os EUA, até se estabelecer no Rio de Janeiro em 1984, quando começou a estudar economia na UFRJ e cinema na UFF. Um Bom Homem é seu primeiro trabalho internacional como diretor.
Rodado entre Londres, Jerusalém e Ramallah, o documentário acompanha de forma íntima as histórias de uma geração de palestinos que se sentem deslocados tanto fora quanto dentro de seu território de origem. Jovens que se exilaram voluntariamente na Inglaterra, embora não reconheçam o país como lar, e que ao mesmo tempo lutam para manter os laços com a terra natal, em contínua transformação.
Trailer do filme no youtube: http://au.youtube.com/watch?v=dU_hUeYgQXU
7/10/2008 Caixa Cultutal 2 às 17:30
Para assistir nos próximos dias:
Soi Cowboy: Em Bangkok, um homem obeso europeu e uma jovem grávida tailandesa vivem juntos, praticamente em silêncio. Ele dá a ela diversos presentes e toma Viagra, na esperança de algum contato íntimo. Ela busca segurança e sabe que este homem é a melhor forma de ficar longe de Soi Cowboy, a área de prostituição onde eles se conheceram. Exibido no Festival de Cannes de 2008.
6/10/2008 Est Vivo Gávea 4 17:50
9/10/2008 Est Barra Point 1 22:00
O Menino do Pijama Listrado: O filme é uma adaptação do romance The Boy in the Striped Pyjamas, do escritor irlandês John Boyne. O livro vendeu mais de 3 milhões de cópias ao redor do mundo e, em 2007, foi best seller na Espanha.
A história se passa durante a Segunda Guerra Mundial e é vista através dos olhos de Bruno, um menino de 8 anos de idade, filho de um comandante de campo de concentração. Ele é proibido de fazer amizade com um menino judeu, que encontra-se do outro lado da cerca, mas arrisca-se a fazê-lo mesmo assim, o que gera consequências inesperadas.
6/10/2008 Est Barra Point 2 14:15
7/10/2008 Espaço de Cinema 3 14:30
7/10/2008 Espaço de Cinema 3 23:30
9/10/2008 Est Vivo Gávea 1 15:30
9/10/2008 Est Vivo Gávea 1 19:50
I had an odd, but ultimately fascinating, experience with Of Time and the City recently at the San Sebastian Film Festival (before moving on to Rio), where there was a tribute and complete retrospective to Terence Davies. I missed the film at its premiere in Cannes, and was anxious to finally catch up, so I headed to the cinema with great enthusiasm. When the film began, I knew something was seriously wrong: every critic who’s written about the movie talks extensively about Davies’ voice-over, but here there was no commentary at all, just music and ambient street sounds.
I later found out that the projectionists failed to plug in one of the three sound cables needed; I thought about leaving, but then realised this was a terrific opportunity to see the film in a more purely cinematic form, to experience Davies’ visual style before the addition of commentary. And I wasn’t disappointed: the richness of his imagery, the beauty of the editing, and the perfect calibration of music (the use of Peggy Lee’s rendition of “The Folks Who Live On The Hill” is simply stunning) all reinforced why Davies is the most important British director of the last quarter of the 20th century.
Of course I’m dying to see the true version, with his sardonic voiceover undoubtedly full of an unmistakable blend of nostalgia, bitterness and humour; unfortunately I missed it in Rio. But I know this will play at other festivals, and hopefully even an art cinema or two. And because of the gaffe at San Sebastian, I’ll be able to appreciate it even more, as if I was there while Davies was still working on the film, contemplating how to match visual sensitivity with oracular wit.
Jay Weissberg
Eu tive uma experiência estranha, mas fascinante, com o filme Sobre o Tempo e a Cidade, recentemente no Festival de San Sebastian (antes do filme vir para o Rio). Tratava-se de uma homenagem e retrospectiva de toda a obra de Terence Davies. Como eu havia perdido a premiere do filme em Cannes, estava ansioso com a possibilidade de finalmente assistir ao filme, portanto fui para o cinema com grande entusiasmo. Quando o filme começou, havia algo de muito errado: todos os críticos que haviam escrito sobre o filme falavam extensamente sobre a narração de Davies no filme, mas na sessão em que eu estava, não havia comentário algum, apenas música e som ambiente.
Mais tarde, descobri que os projecionistas haviam cometido um engano e deixado de conectar um dos três cabos de som. Eu pensei em sair do cinema, mas então percebi que esta seria uma oportunidade única de assistir ao filme de uma maneira intrinsecamente cinematográfica, experimentando o estilo visual de Davies, antes da adição de seu comentário. E não me arrependi: a riqueza de suas imagens, a beleza da edição e o equilibrio perfeito entre música (a versão de Peggy Lee para “The Folks Who Live On The Hill é simplesmente fantástica), tudo reforça o motivo de Davis ser o cineasta britânico mais importante do final do século 20.
É claro que estou louco para ver a versão completa, com a voz sarcástica de Davis certamente embebida de nostalgia, amargura e humor. Infelizmente, perdi a sessão no Rio. Mas sei que o filme estará em outros festivais e, quem sabe, em um ou dois cinemas do circuito de arte. E por conta da gafe em San Sebastian, eu poderei apreciar ainda mais o filme, como se eu estivesse presente enquanto Davies trabalhava no filme, observando como combinar sensibilidade visual e senso de humor oral.
O Festival é provavelmente uma oportunidade única de assistir a This is England - filme que não deve chegar ao circuito convencional. Trata-se da história de um menino de 12 anos, que vive com a mãe em uma cidade do interior da Inglaterra e cujo pai morreu na Guerra das Malvinas. O menino, sem perspectivas, acaba se envolvendo com um grupo de skinheads. O filme retrata a questão do racismo sob uma perspectiva diferente e mostra um retrato dos conflitos contemporâneos do Reino Unido, demonstrando algumas de suas raízes - muitas vezes problemas pessoais levam a atitudes extremas. O tom pessoal do filme está também relacionado à história do protagonista, Shaun, que se confunde com a própria história de Meadows.
Clique no link abaixo para assistir à entrevista com Jane Wright, da BBC Films. Ela fala sobre as produções da BBC Films no Brasil e sobre sua presença no Festival do Rio.



